Dicas de leitura

Postado por em maio 9, 2016 em Dicas de Leitura |

Dicas de leitura

Existem bons livros em língua portuguesa para aqueles que querem aprofundar seus conhecimentos sobre teísmo, criacionismo, ciência e religião. Aqui está uma lista sugestiva que vai ajudar a aprofundar seus conhecimentos nessas áreas:

 

 

 

 

 

 

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Título: A descoberta
Autoria: Michelson Borges / Denis Cruz
Editora: CPB

O que acontece quando um brilhante cientista ateu descobre que a ciência não tem todas as respostas para os dilemas da vida? O que acontece quando alguém famoso, bem-sucedido e rico percebe que há situações para as quais fama, sucesso e dinheiro não oferecem solução? Essa é a realidade do físico Carlos Biagioni. Enquanto seu casamento afunda e a carreira decola, uma tragédia familiar faz com que ele inicie uma jornada que mudará completamente sua visão de mundo, oferecendo-lhe uma chance de curar feridas do passado e a possibilidade de olhar para o futuro com esperança. Acompanhe esse cientista numa aventura cheia de drama, amor e descobertas que poderão mudar também a sua vida.

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Título: A ciência descobre Deus
Autoria: Ariel A. Roth
Editora: CPB

Em seu livro A Ciência Descobre Deus, o zoólogo adventista Dr. Ariel Roth menciona a ocasião em que visitou a famosa Abadia de Westminster, na Inglaterra. Ali estão sepultados Newton e Darwin. Roth relembra: “Quando visitei os túmulos desses dois ícones do mundo científico, não pude deixar de meditar sobre o legado contrastante sobre Deus que ambos deixaram à humanidade. […] A vida de Newton ilustra claramente como a excelência científica e uma firme fé em Deus podem andar de mãos dadas.” Roth lida de forma competente com perguntas como estas: Será que um Designer criou nosso universo, ou ele evoluiu de maneira espontânea? Pode a ciência ser objetiva e, ao mesmo tempo, admitir a possibilidade de que Deus existe? Isso faz diferença? Em face de tanta evidência que parece exigir um Deus para explicar o que vemos na natureza, por que a comunidade científica permanece em silêncio sobre o Criador? Deus existe? Segundo Roth, a própria ciência está oferecendo as respostas.

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Título: A História da vida
Autoria: Michelson Borges
Editora: CPB

Depois de dez anos da publicação de A História da Vida, o livro passou por uma atualização e esta nova edição revista reúne o que há de mais atual com respeito à controvérsia entre criacionismo e evolucionismo – sem perder a característica que identifica a obra desde o início: a linguagem é simples e o conteúdo, acessível. O autor é jornalista e mestre em teologia, e procura responder perguntas como estas: Deus existe? Qual a origem do Universo e da vida? A teoria da evolução é coerente? O criacionismo é científico? Podemos confiar na Bíblia? O dilúvio de Gênesis é lenda ou fato histórico? De onde vieram e para onde foram os dinossauros? O que dizer dos métodos de datação? Os leitores que quiserem se aprofundar no assunto têm à disposição, no fim de cada capítulo, inúmeras referências com dicas sobre os melhores livros e sites para leitura adicional.

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ORIGENS
Título: Origens: Relacionando a Ciência com a Bíblia
Autoria: Ariel Roth
Editora: CPB

É possível harmonizar a ciência e a Bíblia? A ciência moderna, por meio da teoria da evolução, conseguiu refutar a narrativa bíblica da origem da vida? Quem aceita a teoria criacionista precisa, necessariamente, rejeitar a ciência? O cientista adventista Ariel Roth procura demonstrar que a harmonia entre a ciência e a religião bíblica nos traz uma compreensão mais completa do mundo que nos cerca e do significado da existência humana. Roth é doutor em Zoologia pela Universidade de Michigan, Estados Unidos.

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Título: Mistérios da Criação
Autoria: Humberto Rasi e James Gibson
Editora: CPB

Juntamente com o Dr. Rasi, o biólogo Dr. James Gibson organizou o livro Mistérios da Criação. A obra reúne um “time de peso” formado por cientistas e pesquisadores, muitos dos quais ligados ao Geoscience Research Institute. Temas como a harmonia entre a ciência e a Bíblia, evidências da existência do Criador, Big Bang e origem da vida, dinossauros e métodos de datação, dilúvio e registro fóssil, entre outros (ao todo, 20 questões científicas), são tratados com clareza e profundidade. Apesar do distanciamento gradual entre a comunidade científica e a cosmovisão bíblico-cristã, os autores mostram por meio de argumentos consistentes que é perfeitamente possível uma adequada integração entre ciência e fé. E que essas “duas lentes” ajudam a desvendar mais facilmente os mistérios da criação.

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Título: Maravilhas da Criação
Autoria: Gerald E. Vyhmeister
Editora: CPB

Diversas maravilhas que nos rodeiam estão ocultas da maioria dos olhos humanos. A natureza está ao nosso redor e nós somos parte dela. Desde os tempos mais remotos, o ser humano tem contemplado o mundo e feito muitas perguntas. Muitos creem que a ciência pode dar uma explicação racional e satisfatória a respeito da origem e do desenvolvimento da Terra. Outros afi¬rmam que isso só pode ser obtido por meio da revelação sobrenatural e do estudo da natureza. Quem está certo? O conhecimento correto de ambas as propostas demonstrará que uma não contradiz a outra.

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Título: Escavando a Verdade
Autoria:Rodrigo P. Silva
Editora: CPB

Conforme escreveu Wayne Jackson, “a ciência da arqueologia tem sido uma grande benfeitora para os estudantes da Bíblia. Ela tem: (1) ajudado na identificação dos lugares e no estabelecimento de datas, (2) contribuído para o melhor conhecimento de antigos costumes e obscuros idiomas, (3) trazido luz sobre o significado de inúmeras palavras bíblicas, (4) aumentado nosso entendimento sobre certos pontos doutrinários do Novo Testamento, (5) silenciado progressivamente certos críticos que não aceitam a inspiração da Palavra de Deus”. O professor de teologia e especialista em arqueologia Dr. Rodrigo Silva chama atenção para tudo isso em seu livro Escavando a Verdade: A Arqueologia e as Incríveis Histórias da Bíblia. Mas não espere um tratado científico com linguagem empolada. O livro de Rodrigo é tudo, menos isso. Conforme ele mesmo escreveu na Introdução, “não se trata de um livro técnico, muito menos exaustivo. Aqui vamos tratar das evidências do Antigo Testamento e da vida de Jesus no Novo Testamento”. Rodrigo, que fez estudos de pós-doutoramento em arqueologia bíblica pela Andrews University e cursa o doutorado em arqueologia na USP, participou de escavações em Israel, Espanha, Sudão e Jordânia. Portanto, nas 176 páginas de seu livro ele fala do que viu e tocou e não apenas do que pesquisou ou leu.

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Título: Não Tenho Fé Suficiente Para Ser Ateu
Autoria: Norman Geisler e Frank Turek
Editora: Vida

O livro reúne os principais argumentos teístas, numa apologética simples, resumida e convincente. Na página 20, os autores mencionam as “cinco perguntas mais importantes da vida”: (1) Origem: De onde viemos? (2) Identidade: Quem
somos? (3) Propósito: Por que estamos aqui? (4) Moralidade: Como devemos viver? (5) Destino: Para onde vamos? Essas perguntas servem mais ou menos como balizas para todo o conteúdo, e os autores dizem: “As respostas a cada uma dessas
perguntas dependem da existência de Deus. Se Deus existe, então existe significado e propósito para a vida. Se existe um verdadeiro propósito para sua vida, então existe uma maneira certa e uma maneira errada de viver. As escolhas que fazemos hoje não apenas nos afetam aqui, mas também na eternidade. Por outro lado, se Deus não existe, então a conclusão é que a vida de alguém não significa nada. Uma vez que não existe um propósito duradouro para a vida, não existe uma
maneira certa ou errada de viver. Não importa de que modo se vive ou naquilo em que se acredite, pois o destino de todos nós é o pó.” Duas ressalvas: os autores defendem o mito do inferno eterno e mencionam o domingo como dia de guarda.


 

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Título: Em Defesa da Fé
Autoria: Lee Strobel
Editora: Vida

O jornalista Lee Strobel se propôs mostrar as “incoerências e contradições” do cristianismo. Depois de anos de investigação e pesquisa, abandonou o ateísmo e se tornou um dos grandes apologistas cristãos contemporâneos. No livro Em Defesa de Cristo, Strobel expõe diversos argumentos favoráveis e contrários à pessoa de Jesus. No Em Defesa da Fé, ele trata de um dos fundamentos do cristianismo: a fé. Strobel lida com objeções como: (1) Uma vez que o mal e o sofrimento
existem, não pode haver um Deus amoroso. (2) Uma vez que os milagres contradizem a ciência eles não podem ser verdadeiros. (3) A evolução explica a origem da vida, de modo que Deus não é necessário. (4) Se Deus mata crianças inocentes, Ele não é digno de adoração. (5) É ofensivo afirmar que Jesus é o único caminho para Deus. (6) Um Deus amoroso jamais torturaria pessoas no inferno [este é o único capítulo objetável]. (7) A história da igreja está repleta de opressão e violência. (8) Eu ainda tenho dúvidas, portanto não posso me tornar cristão.


 

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Título: A Morte da Razão: Uma Resposta aos Neoateus
Autoria: Ravi Zacharias
Editora:Vida

A Morte da Razão é uma resposta ao livro Carta a Uma Nação Cristã, do ateu militante Sam Harris, mas bem pode ser lido como uma resposta breve ao neoateísmo de modo geral, defendido por figuras como Dawkins, Hitchens, Dennett
e outros. O indiano Ravi Zacharias sabe muito bem do que está falando, pois foiateu e, no tempo em que cursava filosofia em Nova Délhi, por sugestão das ideias de Albert Camus tentou o suicídio. Não foi bem-sucedido e acabou no hospital.
Ali ganhou uma Bíblia e sua vida deu uma guinada. A história é impressionante, mas Zacharias nos dá apenas uma “palhinha” dela nessa obra, cujo objetivo é mostrar que Deus não é produto da imaginação e que o cristianismo fornece boas respostas para questões levantadas – muitas vezes de forma leviana – pelos ateus fundamentalistas. Entre outros assuntos, Zacharias trata da verdadeira natureza do mal, da absoluta falência do neoateísmo, da coexistência da religião e da ciência e da fundamentação da moralidade. Zacharias mostra que a visão de mundo dos neoateus leva a um vácuo. “Pelo menos Voltaire, Sartre e Nietzsche foram sinceros e coerentes na visão de mundo deles. Eles confessavam o ridículo da
vida, a falta de sentido de tudo num mundo ateísta. Os ateus de hoje, como Richard Dawkins e Sam Harris, todavia, estão tão cegos pela arrogância da mente deles que procuram apresentar essa visão da vida como algum tipo de libertação
triunfal. […] A vida sem Deus é em última análise uma vida sem nenhum ponto de referência de sentido que não seja a que alguém lhe dá na hora.” Na página 64, Zacharias sumariza suas ideias assim: “A visão de mundo da fé cristã é bem
simples. Deus pôs neste mundo o suficiente para tornar a fé nEle uma coisa bem razoável. Mas deixou de fora o suficiente a fim de que viver tão somente pela razão pura fosse impossível”. O livro tem apenas 110 páginas, mas traz inspiração e lições para uma vida.


 

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Título: Por Que a Ciência Não Consegue Enterrar Deus
Autoria: John C. Lennox
Editora: Mundo Cristão

Escrito pelo matemático britânico John C. Lennox, da Universidade de Oxford, o livro Por Que a Ciência Não Consegue Enterrar Deus defende com argumentos sólidos e linguagem clara a coexistência entre o conhecimento científico e o
religioso. Um dos pontos fortes da obra são as citações de pensadores e autores importantes e as comparações e ilustrações (como o “bolo da tia Matilde”), que ajudam na compreensão do conteúdo. Para Lennox, alguns ateus têm um “fervor religioso” tão grande que chegam a hostilizar cientistas que creem. Entre os tópicos abordados na obra estão o embate entre as cosmovisões, a organização da natureza e do Universo, a complexidade da biosfera, a origem da vida e do código genético e a proximidade com a religião mantida por grandes cientistas como Francis Bacon, Galileu Galilei, Isaac Newton e Clerk Maxwell.


 

Título: Criação: Criacionismo Bíblico
Autoria: Alexander vom Stein
Editora: Sociedade Criacionista Brasileira

Criação é o primeiro livro texto em língua alemã a apresentar detalhadamente o modelo criacionista. É apropriado para jovens a partir de 14 anos. Partindo do estado atual da ciência, explica até mesmo fatos complicados de modo que possam
ser facilmente compreendidos. O livro deixa claro que as perguntas sobre “de onde” e “para onde” não devem ser respondidas somente pela observação e dedução, mas em última análise pela fé. O autor deixa claro que muitos fatos hoje
descobertos podem ser mais bem explicados por meio do modelo criacionista. Os capítulos referentes às ciências naturais proporcionam acesso fácil aos temas complexos e são bastante atuais.


 

Título: Em Busca das Origens: Evolução ou Criação?
Autoria: Jean Flori e Henri Rasolofomasoandro
Editora: Sociedade Criacionista Brasileira

Flori e Rasolofomasoandro são pesquisadores doutores radicados na França. A obra contém ricas notas explicativas, comentários, farta ilustração e referências bibliográficas bastante modernas. Os temas são tratados com profundidade e
equilíbrio, apresentando-se sempre as visões evolucionista e criacionista dos assuntos abordados. Os autores analisam tópicos de geologia (atualismo, natureza e estrutura da Terra, rochas, carvão e petróleo, continentes à deriva, montanhas e erosão, estratigrafia e seus problemas), paleontologia (fósseis, séries evolutivas e elos intermediários, e enigmas da paleontologia), biologia (lamarquismo, darwinismo, mutacionismo, origem da vida, entre outros muitos
assuntos).


 

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Título:Sócrates e Jesus
Autoria: Peter Kreeft
Editora: Vida

Imagine que um antigo filósofo grego surgisse em pleno século 20 e se matriculasse numa faculdade de teologia liberal, dessas que relativizam a autoridade bíblica. Mais: imagine que esse filósofo fosse o inquiridor Sócrates, considerado um dos fundadores da filosofia ocidental. Qual seria o teor das discussões do ateniense com os alunos e professores? Como o filósofo que se opunha ao politeísmo grego reagiria à leitura do Antigo e do Novo Testamentos? Como encararia Jesus Cristo e as alegações quanto à divindade e a ressurreição dEle? É disso – e muito mais – que tratam as duzentas páginas do livro de Kreeft. “Jesus e Sócrates são certamente os dois homens mais influentes que já existiram, pois dão origem aos dois segmentos da civilização ocidental: a cultura bíblica (judaico-cristã) e a clássica (greco-romana)”, escreve Kreeft logo na Introdução. Portanto, é o tipo de leitura que ajuda até mesmo a entender as bases sobre as quais nossa própria cultura está edificada. Peter Kreeft é PhD e professor de filosofia do Boston College.